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A apresentação dos trabalhos de Cidadania e Desenvolvimento das turmas 10.º G e 10.º H, que decorreu no dia 27 de março, entre as 14h20 e as 18h00, foi uma verdadeira maratona!

Os trabalhos, sobre multiculturalidade e direitos humanos, foram apresentados sob várias formas, alguns mais teóricos, outros sob a forma de vídeos totalmente originais, imaginados e produzidos pelos alunos, e até uma atuação ao vivo onde os alunos tocaram e cantaram uma letra da sua autoria.

Não foram dirigidos convites a outras turmas uma vez que não há aulas à tarde às quartas-feiras, mas isso não impediu a presença de alguns alunos de outras turmas e respetivos professores, um encarregado de educação, bem como do coordenador da área de Cidadania e Desenvolvimento, prof. Mário Carneiro.

Os alunos revelaram muita maturidade, quer na apresentação, quer nas respostas às perguntas da audiência. Quando questionados, disseram que consideram relevante a disciplina de CD porque lhes permite refletir de forma informada sobre situações de desigualdade e sofrimento, e também estruturar uma resposta  para os problemas da sociedade, por forma a serem eles os precursores de alterações de comportamentos que conduzam a uma sociedade mais justa, mais equitativa, mais livre e mais feliz.

Assistimos ontem a mais uma sessão desta iniciativa dinamizada pelo nosso colega prof. Rui Laureano e apoiada pela nossa BE.

Começámos por uma palestra no Auditório sobre as diferenças entre astrologia e astronomia, em que o prof. Rui Laureano demonstrou, com base em factos, que os astros não têm qualquer influência na nossa vida, e continuámos, no exterior, com observação a olho nu (de constelações, estrelas e planetas) e com auxílio do telescópio (da nebulosa de Orion e do enxame aberto das Plêiades).

Sessão muito interessante, como sempre, e que nos ensinou muita coisa! Por exemplo, sabiam que o céu é sempre igual no dia em que nascemos, independentemente do ano em que estivermos? Pois é! Sempre a aprender...

As turmas de matemática 12.º A, 12.º B1 e 1TAI, elaboraram uma exposição com vários objetos ilustrativos do número PI, que se comemora a 14 de março.

Os objetos expostos foram construídos a partir dos mais diversos materiais e com algumas alusões a cenas de quotidiano, como o PIrata, o PImento ou o PI em homenagem às vítimas da violência doméstica.